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Estudos Análise de dados Em andamento

Fluxos fiscais entre a União e os estados do recorte

Estudo em andamento. Pretende medir, com dados públicos da Receita Federal e do Tesouro Nacional, quanto cada UF do recorte arrecada para a União e quanto recebe de volta em transferências e gastos federais.

Autoria
Equipe de pesquisa da Nova Federação
Publicado em
Versão
0.1
Revisão externa
Ainda não revisado

Estudo em andamento. Esta página descreve o plano de pesquisa. Os resultados serão publicados aqui, com registro no histórico.

Pergunta de pesquisa

Quanto cada unidade da federação do recorte contribui para as receitas da União, e quanto recebe de volta, considerando transferências obrigatórias, transferências voluntárias e gastos federais executados no seu território?

Por que publicar o plano antes do resultado

Estudos sobre “quem paga e quem recebe” na federação são frequentemente usados para sustentar conclusões já escolhidas de antemão. Publicar a pergunta, as fontes e o método antes de calcular os resultados reduz o risco de ajustar a metodologia para chegar a um número conveniente. Qualquer mudança no protocolo será registrada no histórico desta página.

Etapas previstas

  1. Levantar a série de arrecadação federal por UF (2010 em diante).
  2. Levantar transferências constitucionais (FPE, FPM, IPI-Exportação, Fundeb e outras) e voluntárias por UF.
  3. Regionalizar o gasto federal direto onde houver dados confiáveis, e declarar explicitamente o que não pôde ser regionalizado.
  4. Comparar os resultados com estudos anteriores e explicar eventuais divergências.
  5. Submeter a versão preliminar à revisão de economistas sem vínculo com o movimento.

Quer contribuir?

Se você trabalha com finanças públicas e quer revisar o protocolo, escreva pela página de contato escolhendo o assunto “Quero colaborar ou revisar”.

Limitações declaradas

  • A arrecadação federal é registrada onde o tributo é recolhido, que nem sempre coincide com onde a riqueza foi gerada ou consumida. Grandes empresas concentram recolhimentos nas sedes, o que infla os números de alguns estados, em especial São Paulo.
  • Parte relevante do gasto federal (dívida pública, defesa, benefícios previdenciários pagos por meios centralizados) é difícil de regionalizar.

Fontes

  1. Dados RECEITA FEDERAL DO BRASIL. Arrecadação federal por estado. Ministério da Fazenda, 2026. Acesso em 26/10/2026.
  2. Dados TESOURO NACIONAL. Transferências constitucionais e legais a estados e municípios. Tesouro Transparente, 2026. Acesso em 26/10/2026.

Histórico de versões

VersãoDataMudança
0.126/10/2026Plano de pesquisa publicado.